Informe a renda e a composição da sua família e veja se você se encaixa nas regras do Bolsa Família — e qual seria o valor estimado da parcela.
GDpor Equipe Guardar DinheiroComo funciona
A simulação segue exatamente a mesma lógica usada pelo governo pra compor a parcela: soma um valor fixo por pessoa (Renda de Cidadania), mais adicionais por criança pequena, gestante e adolescente, e garante um piso mínimo por família mesmo quando a soma dos adicionais não chega lá.
O primeiro filtro é a renda por pessoa (renda total da família dividida pelo número de moradores) — é ela que define se a família está dentro da linha de pobreza usada pelo programa. Depois, o valor final soma os componentes conforme a composição informada.
Pra entender cada componente do cálculo em detalhe, veja o guia completo Bolsa Família: valor, quem tem direito e como se cadastrar.
Regras usadas
Não. É uma simulação educativa baseada nas regras públicas do MDS (renda per capita e composição familiar). A entrada real no programa depende da análise oficial do seu Cadastro Único e da disponibilidade orçamentária do mês — o resultado aqui é uma estimativa, não uma confirmação.
Some toda a renda de todos os moradores da casa: salários formais, bicos, aposentadoria, pensão e qualquer outra fonte de renda regular. Não inclua o próprio valor do Bolsa Família, caso já receba.
Toda criança que ainda não completou 7 anos de idade — esse grupo dá direito ao Benefício Primeira Infância (BPI) de R$ 150 cada, sem limite de quantidade por família.
Porque os dois grupos — gestantes/nutrizes e crianças/adolescentes de 7 a 18 anos incompletos — recebem o mesmo valor, o Benefício Variável Familiar (BVF) de R$ 50 cada, então somamos no mesmo campo pra simplificar o cálculo.
Só se você já for beneficiário — nesse caso vale a Regra de Proteção, que garante 50% do valor por até 18 meses. Quem ainda não está no programa e tem renda per capita nessa faixa não se qualifica pra uma entrada nova.